Disse Jesus: "Eu sou a luz do mundo: quem me segue, não andará nas trevas, mas terá a luz da vida" LC 8:12

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Um diálogo entre a Música Popular Brasileira e a Bíblia

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terça-feira, 22 de outubro de 2013

NASCER DE NOVO (João 3.1-3)



É se deixar entrar em uma aventura vitoriosa, a aventura de Deus.
No mistério divino não sabemos o que vai acontecer em um instante da nossa vida. Por mais que seja planejado ou programado com todo esforço e diligência. A Bíblia nos ensina que por mais que façamos planos para a nossa vida, o que prevalece é a vontade de Deus (Pv 16.1).
Quem pode mudar o seu futuro? Ninguém! Mesmo por que não conhecemos o nosso futuro para muda-lo. Mas, o nascer de novo é entregar-nos, em mistério, à Deus para que Ele, na sua perfeição, nos conduza; seja nosso pastor e nos apascente segundo  a sua vontade. É nesse deixar-se nascer de novo que Deus nos mostrará o verdadeiro caminho que devemos andar (Jo 14.6). Pois no nascer de novo de Deus nos abrimos para receber sua ação divina e perfeita; e passaremos a enxergar a vontade de Deus e não a nossa. Na Palavra de Deus, a Bíblia, Ele nos deixou seus ensinamentos, que chamo de Código moral e Código Sagrado. Onde nos instrui sobre o bom relacionamento, perfeito e harmonioso com nossos iguais, Homens e mulheres (Código Moral) (Rm 12.9-21); e a plena comunhão com o Trino Deus Pai, Filho e Espírito Santo (Código Sagrado) (Lc 12.22-34). É no abrir-se ao novo nascer que deixaremos de apenas enxergarmos a nós mesmos; perceberemos que existem muitos outros iguais a nós. E nesse enxergar notaremos o quanto estamos sendo egoísta, querendo tudo para nós (Mt 25.31-46). Quebrando e tirando esse egoísmo de nós estaremos prontos e prontas para fazermos a vontade soberana de Deus: amar sem medida (I Co 13). Quando Jesus falou para Nicodemos, que para irmos para o Reino de Deus é necessário nascer de novo, Ele conhecia a vida de Nicodemos, como conhece a nossa. Ele sabia que Nicodemos embora fosse um religioso judeu do grupo dos Fariseus (Jo 3.1), ele não tinha nascido para Deus, ou seja, o que prevalecia na vida de Nicodemos não era a vontade de Deus e sim sua própria vontade. Nicodemos mesmo sendo temente ao Deus de Abraão, Isaque e Jacó, o Grande IAVÉ, estava preso aos seus deleites pessoais de forma individualista e egoísta. Como exercia uma posição de poder (tribuno do Sinédrio), se ensoberbecia e achava que deveria ser obedecido e servido. Pensava que por ser religioso e cumpridor de alguns preceitos da sua religião já tinha garantido o seu lugar no Reino de Deus. Jesus quebra todo esse pensamento quando nos ensina que riqueza, poder, sentimento de superioridade, domínio, etc., não nos aproxima de Deus e do seu Reino. Muito pelo contrário; afasta-nos, mais e mais, da Glória eterna de Deus criando entre nós e Deus um grande abismo.
O nascer de novo de Deus é negar-se a si mesmo e deixar Deus agir em nossas vidas nos ensinando e nos transformando, não em Jesus, mas como Jesus que se despojou da sua deidade para nos mostrar como se viver harmoniosamente uns com os outros (Fl 2.5-11).

Um forte abraço do amigo e pastor Percilio Bispo

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